História da peça
A linha Tapajós leva o nome de um rio amazônico e reúne peças que traduzem a herança do design brasileiro no vocabulário contemporâneo do estúdio de Arthur Casas. O Ayahuasca é a peça de guarda desse conjunto e foi concebido como sistema, não como móvel fechado: a mesma linguagem serve a uma sala pequena, em versão curta e apoiada no chão, ou a um ambiente amplo, em composição longa sobre pés. Essa flexibilidade tem consequência projetual, porque desloca a decisão final para quem vai usar a peça. Na curadoria da Galeria Luize Home, o Ayahuasca aparece como móvel de sala de jantar e de estar, ora com função de bar, ora como apoio para obras e objetos.





