Galeria Luize Home, Design e Arte
Escrivaninha Quilombo, vista frontal completa em nogueira
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Mobiliário assinado

Escrivaninha Quilombo

Mesa de trabalho de tampo generoso, com estrutura em aço e madeira maciça, oferecida em quatro ou cinco gavetas e em larguras que vão de 1,60 m a 2,50 m. O desenho de Arthur Casas mantém a frente limpa e concentra a marcenaria nas gavetas, pensadas para uso diário sem transformar a peça em um móvel de escritório.

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História da peça

A escrivaninha voltou a ocupar lugar central na casa brasileira, e o Quilombo responde a essa mudança sem recorrer à linguagem corporativa. O tampo é longo o bastante para acomodar trabalho e leitura ao mesmo tempo, a estrutura metálica sustenta o vão sem travessas que atrapalhem as pernas, e as gavetas resolvem o armazenamento na própria peça, dispensando gaveteiros auxiliares. O resultado é um móvel que pode ficar no meio de um ambiente de estar sem parecer deslocado, algo coerente com o modo como Arthur Casas trata interiores, em que a divisão rígida entre cômodos de trabalho e de convívio já não se sustenta. Na curadoria da Galeria Luize Home, é a peça indicada para quem quer uma mesa de trabalho que se comporte como mobiliário de sala.

Leitura do desenho

A leitura é de dois planos: o tampo horizontal, espesso e contínuo, e as pernas metálicas, finas o suficiente para desaparecer quando a peça é vista de frente. As gavetas se alinham sob o tampo em faixa única e recebem puxadores torneados em madeira, detalhe que quebra a austeridade do metal. Vista de perfil, a escrivaninha é quase toda vazio, e o volume das gavetas se concentra em um trecho, deixando o restante livre.

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