História da peça
A escrivaninha voltou a ocupar lugar central na casa brasileira, e o Quilombo responde a essa mudança sem recorrer à linguagem corporativa. O tampo é longo o bastante para acomodar trabalho e leitura ao mesmo tempo, a estrutura metálica sustenta o vão sem travessas que atrapalhem as pernas, e as gavetas resolvem o armazenamento na própria peça, dispensando gaveteiros auxiliares. O resultado é um móvel que pode ficar no meio de um ambiente de estar sem parecer deslocado, algo coerente com o modo como Arthur Casas trata interiores, em que a divisão rígida entre cômodos de trabalho e de convívio já não se sustenta. Na curadoria da Galeria Luize Home, é a peça indicada para quem quer uma mesa de trabalho que se comporte como mobiliário de sala.





