História da peça
Jayme Bernardo conta que queria algo básico, mas com personalidade, e resolveu a peça em dois gestos: um tampo robusto que se disfarça de leve e um pé que se comporta como coreografia. A curvatura das três hastes junto ao chão remete aos pés de uma bailarina, e o próprio designer descreve o conjunto como um pas de trois, referência ao passo de dança executado por três. É um raro caso em que o nome do móvel não é rótulo comercial, mas a chave de leitura do desenho. Na curadoria da Galeria Luize Home, a Bailarina funciona como apoio discreto ao lado de assentos de autor, onde uma base cheia ou um tampo espesso pesariam demais.





