História da peça
A Kid pertence à fase em que Zanine buscava um mobiliário moderno de dimensões reduzidas, adequado aos apartamentos que se multiplicavam nas cidades brasileiras. Em vez do gesto escultórico que marcaria sua obra posterior, aqui o desenho aposta na economia: poucas peças de madeira, encaixes visíveis e um estofado que resolve o conforto sem engrossar o volume. O resultado é uma poltrona que ocupa pouco espaço e ainda assim tem presença, porque a estrutura permanece à vista. Na curadoria da Galeria Luize Home, ela funciona como contraponto às grandes peças em madeira maciça do mesmo autor e ajuda a contar uma história menos evidente de sua trajetória, a do móvel pensado para a casa comum.





