História da peça
No conjunto da produção de Rodrigo Ohtake, a Nó pertence à vertente mais leve, aquela em que a curva substitui a massa. Não há aqui a exuberância matérica de outras peças do autor: o interesse está na continuidade da linha, no modo como assento e encosto se resolvem em um só movimento apoiado sobre hastes finas. A companhia do puff transforma a leitura da peça, que deixa de ser uma cadeira de conversa para se tornar estação de descanso. Na Galeria Luize Home, entra em ambientes onde o mobiliário precisa marcar presença sem ocupar volume, ao lado de arte e de peças históricas de madeira maciça, com as quais faz contraste de densidade.





