História da peça
A Zeca aparece no fim da primeira fase de Zanine, quando a produção seriada já havia amadurecido e o desenho ganhava mais volume e conforto. A construção é honesta: as laterais curvas sustentam o assento e o encosto, e os parafusos que fazem essa união não são escondidos, viram parte da linguagem da peça. É uma poltrona de leitura, de estar demorado, e não de composição rápida. O apelido de infância do designer batiza o móvel, detalhe que reforça o caráter familiar de toda essa produção, em que nomes de casa se tornaram nomes de catálogo. Na curadoria da Galeria Luize Home, a Zeca funciona como ponte entre o Zanine industrial dos anos 1950 e o Zanine escultor que viria depois, na Bahia.





